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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

CARTA POEMA PARA JOÃO CABRAL DE MELO NETO

Será lançado amanhã, em Brasília, o livro Cartas ao poeta dormindo.

Leia, em primeira mão, a carta poema escrita por Antonio Ventura, um dos autores do livro.
  
CARTA POEMA PARA JOÃO CABRAL DE MELO NETO


“Saio de meu poema
como quem lava as mãos.”
 João Cabral de Melo Neto
Um dia, João, ainda moço
fui beber da fonte de seus versos
contidos, matemáticos, racionais
montados pedra sobre pedra
de sua precisa engenharia.

Foi meu primeiro aprendizado
pela pedra. Não obstante, João,
ainda restou comigo a emoção
da poesia esparramada
em sol, em luas, mares exclamativos,
praias cheias de espumas...
de tardes brancas como o ar.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

CARTAS AO POETA DORMINDO SERÁ LANÇADO EM BRAÍLIA


Será lançado dia 3 de setembro, em Brasília, o livro "Cartas ao poeta dormindo".

O livro reúne cartas a João Cabral de Melo Neto assinadas por escritores e jornalistas, entre os quais Antonio Ventura, e uma entrevista inédita do poeta ao organizador Marcos Linhares. Confirme sua presença. 

Horário: 19h
Local: Carpe Diem
Endereço: Cls 104 Bl D, s/n LJ01, Brasília


Quem não puder ir ao lançamento, tem a opção de adquirir o livro pelo site da Thesaurus.

terça-feira, 25 de junho de 2013

CARTAS AO POETA DORMINDO


Já está à venda no site da editora Thesaurus, o livro "cartas ao poeta dormindo", organizado por Marcos Linhares. Antônio Ventura está entre os autores das 17 cartas endereçadas postumamente a João Cabral de Melo Neto. A sua foi escrita em forma de poema. 
Além das cartas, o livro traz uma entrevista inédita com o poeta.



terça-feira, 6 de novembro de 2012

Carta poema no Blog do Menalton


O escritor Menalton Braff publicou em seu blog a carta poema escrita por Antonio Ventura a João Cabral de Melo Neto.


CARTA POEMA PARA JOÃO CABRAL DE MELO NETO

“Saio de meu poema
como quem lava as mãos.”
 João Cabral de Melo Neto
Um dia, João, ainda moço
fui beber da fonte de seus versos
contidos, matemáticos, racionais
montados pedra sobre pedra
de sua precisa engenharia.

Foi meu primeiro aprendizado
pela pedra. Não obstante, João,
ainda restou comigo a emoção
da poesia esparramada
em sol, em luas, mares exclamativos,
praias cheias de espumas...
de tardes brancas como o ar.