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quarta-feira, 17 de junho de 2015

O IMORTAL CARLOS NEJAR LANÇA SEU NOVO LIVRO EM SÃO PAULO

Os poetas Antonio Ventura, Débora Ventura e Toninho Ventura participaram no último dia 12 do lançamento do livro "O feroz círculo do homem", de Carlos Nejar, realizado dia 12 de junho, na Casa das Rosas, em São Paulo. 

O romance foi editado pela Letraselvagem, de Taubaté.

Antonio Ventura e Carlos Nejar e Débora Ventura e Nicodemos Sena 


Antonio Ventura e Carlos Nejar e Raquel Naveira e Débora Ventura e Toninho Ventura

Antonio Ventura e Toninho e Carlos Nejar e Débora Ventura

Carlos Nejar autografando para Antonio Ventura e Toninho Ventura 

Carlos Nejar autografando para Antonio Ventura e Toninho Ventura

sexta-feira, 29 de maio de 2015

DELICADEZA

Desenhar passarinhos. Ser delicado com a pena delicada. Escrever. Devo escrever, já que sou um poeta, ou pelo menos assim me vejo. Ser delicado com a criança que brinca no jardim, na bênção das boas chuvas que nos protegem. O retalho de imagens. Escrever é um exercício de viver, principalmente viver. Gosto das coisas delicadas, porque nelas vive a força do mistério. O mistério vive da delicadeza. As imagens. Imagine e veja. E escreva. Escreva. Antecipe o tempo de hoje, pela delicadeza. Insistir. Insistir é querer viver, respirar, ver. Narciso vê o espelho. O espelho está cheio de palavras. As palavras estão vivas. À procura da invisível estrela. Da palavra perdida que irei viver ontem, hoje, amanhã, brincando de jardineiro na folhagem da manhã. Busco o dia que sempre amanhece.
O destino da nuvem é ser livre dentro de seus limites.







terça-feira, 19 de maio de 2015

LANÇAMENTO DO LIVRO 'A NAVEGANTE' É DESTAQUE NO JORNAL ENFIM



A SEGUIR TRANSCREVEMOS O TEXTO, PARA FACILITAR A SUA LEITURA.

Na noite do último dia 5, na Livraria da Travessa em Ipanema, Rio de Janeiro, Débora Ventura realizou noite de autógrafos do seu primeiro livro A navegante, em evento prestigiado, entre outros, por : Antonio Carlos Secchin e Nélida Piñon, ambos da Academia Brasileira de Letras; o poeta e ensaísta Adriano Espínola; o proprietário e editor da Topbooks, José Mario Pereira; o artista plástico Marcos Irine, que ilustrou todos os poemas do livro; Domingos M. Oliveira, responsável pela Folha do Litoral de Paraty e pela Off Flip 2015; Luiza Farias, produtora da Off Flip e o advogado Carlos Gomes de Figueiredo Neto e família. Nesse lançamento Débora foi acompanhada pelo seu marido, Antonio Ventura (um poeta já consagrado) e pelo seu filho,Toninho Ventura (um poeta em ascensão).

A navegante reúne 40 poemas.No prefácio, Antonio Carlos Secchin, destaca que a autora revela “marcas de um olhar e de uma voz peculiares”. Marcos Pasche, que assina o posfácio, completa: “Aos náuticos, o navegar é preciso, porque reto e certeiro. Movido por ventos inesperados, que este A navegante conduza o leitor para um onde não previsto pelos mapas, em que o brado enérgico diz ‘poesia à vista’. E finaliza Carlos Nejar: “A descoberta de uma verdadeira poeta é descoberta de estranho e habitável mundo.

É simples como a água e o pão, e sacia a sede e alimenta; por sermos ávidos do que é simples, límpido e permanente, como o movimento da vida. Débora é surpreendente.”

Em breve, segundo informa Débora, haverá o lançamento de “A Navegante”em Ribeirão Preto; lém, claro, também em Mococa e, ainda em Paraty, na Off Flip 2015.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

FRAGMENTOS DE ABRIL

 1. ABRIL

       Um pequeno vento frio e úmido passeia nesta manhã de abril trazendo presságios de inverno. Pela janela onde escrevo, vejo um muro de blocos, telhados, e à beira do muro, no quintal, dois mamoeiros. Carregados de frutos, tronco, talos ocos e folhas verdes como lanças.
Nas ruas, mais longe, alguns cães latem.
Um jovem pardal salta sobre o muro, dá pulinhos e vai embora. Na linha férrea, um comboio passa, perto de casa, em frente na avenida carros também passam, uma janela se abre, uma réstia de sol sobre a mesa onde escrevo me invade e a cidade acorda.
Ainda um pequeno vento frio e úmido passeia na manhã acordada, agora mais clara e mais nítida.
Manhã de abril.


2. AINDA ABRIL

Não posso sofrer, só porque nesta tarde de abril ainda chove e o dia todo está cinzento. Não posso sofrer, porque uma janela ainda se abre e o vento balança o verde das árvores e o verde dos frutos, não devo sofrer, porque os pingos vão caindo sobre a água em cima do cimentado e, quando eles tocam água na água, tudo respinga de maneira brilhante.

quinta-feira, 12 de março de 2015

ANTOLOGIA "VOZES DA ARL" É LANÇADA EM RIBEIRÃO

Memória do lançamento da antologia Vozes da ARL. O livro reúne textos de 23 membros da Academia Ribeirãopretana de Letras, entre os quais Antonio Ventura e foi lançado na última terça-feira, dia 10 de março,  às 20h, no Centro Cultural Palace, em Ribeirão Preto.



segunda-feira, 2 de março de 2015

POEMAS PARA MEUS FILHOS 2

MESMO QUE UM DIA CHEGUE O BARQUEIRO


A Nubia Regina Ventura, minha filha.

Mesmo que um dia chegue o barqueiro
ninguém poderá negar
que brinquei quando era criança
que enfrentei o mar de Ulisses
que lutei bravamente com as palavras
que plantei árvores e tive filhos.

Quando chegar o barqueiro
a casa estará limpa
o jardim florido
os caminhos sinalizados
para a praia e para o sol.

O que faltar faltará.
Faltará sempre o tempo para terminar o grande livro
onde todas as estórias seriam registradas.
Faltará o tempo
para inventar um novo pôr do sol.

Mas para que se preocupar com o tempo
se reescrevi com aplicada mão
a árvore da eternidade,
e vi a árvore da alegria
desenhada
nas incontáveis estrelas?


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

VENTURA COORDENA LIVRO COM OBRAS DE MAGISTRADOS: "LITERATURA EM VERSO E PROSA"

Juiz e escritor Antônio Ventura visita presidência nesta sexta-feira


O juiz aposentado, escritor e poeta Antonio Ventura visitou, na manhã desta sexta-feira, o presidente da Apamagis, Jayme de Oliveira, para tratar do projeto “Literatura em verso e prosa”. Participou também do encontro a diretora do departamento feminino e de ação social, Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira.

Antônio Ventura é coordenador do projeto que tem como objetivo reunir obras como literatura, poemas, contos e crônicas tendo como autores magistrados (juízes e desembargadores) e familiares. 
De acordo com ele, o livro já passou por uma pré-diagramação e será publicado ainda neste semestre.
A juíza Hertha destaca que a obra é importante em dois sentidos. Além de incentivar o lado artístico-cultural dos magistrados, ela mostra outras facetas da magistratura –  como o aspecto humano e próximo do juiz.

A obra, segundo seu coordenador, teve a primeira fase de seleção e edição textos e agora aguarda fase final, que é a publicação. “A obra é inovadora e colaborativa, com a participação, inclusive, de magistrados com livros publicados e textos excelentes”, finalizou Antônio Ventura.

Antonio Ventura é autor de “O guardador de abismos” - seu mais recente trabalho - e “O catador de palavras”, lançado em 2011.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

AINDA O TEMPO DA INOCÊNCIA

Este poema integra o livro "O guardador de abismos, de Antonio Ventura.

Escrever qualquer coisa, mas escrever. Não importa se a tarde é cinza, mas se preciso for, falar sobre a tarde cinza, de ventilador no teto, de criança tomando banho. Importante é escrever, sem pensar em nada, apenas cantar a mulher que na tarde dá banho na criança. Escrever, não apenas sobre a rosa e sobre o amor, mas também sobre o amor e sobre a rosa e sobre a noite que logo cairá sobre o mundo e sobre as coisas que existem dentro do tempo e do espaço. Ah, quero cantar, minha bela, porque há muito que não canto, apenas tenho ficado no canto, qual anjo torto. Maroto e roto como menino torto, mas roto de alegrias que ainda ressoam na memória das alegrias que se foram e ficaram impregnadas de tempo de quintais, de pomar e de laranjeiras. Pomar, minha bela. Cheio de frutas e insetos. E borboletas, ah, como amei as pequenas borboletas brancas, azuis e amarelas, quando houve o tempo das borboletas.
            E havia uma estrada de ferro que passava nos fundos da cidade onde habitavam as borboletas em bando, sobre a folhagem verde que quero verde os campos de meu pai. Pai! Onde estão teus olhos tristes? Teus olhos que um dia viram a chuva? Ah, pai, onde estás? Queria que estivesses perto de mim, menino ainda entre borboletas! Ah, pai, tenho medo do homem do saco, que está sempre nas esquinas para levar os meninos levados! E eu fui arteiro, meu pai, por isso me protege do homem do saco. Este teu menino amou demais e buscou no horizonte as espumas do mar inacessível! Este menino que sempre quis brincar, até com a morte, carregando em seus braços o escudo do sol. O escudo da claridade das manhãs, quando os meninos não têm morte, quando os meninos ainda correm atrás dos pássaros e das borboletas amarelas.

  

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

SORTEIO DE LIVROS NO BLOG - PARTICIPE!

Quem seguir este blog até o dia 15 de dezembro, concorrerá a dois exemplares autografados do livro "O guardador de abismos". O segundo é para dar de presente de Natal. O sorteio será no dia 17, pela extração da Loteria Federal.

Regras

  1. Vence quem tiver a centena do primeiro prêmio. Caso ninguém tenha a centena premiada, vence quem tiver a centena do segundo prêmio e assim por diante até o quinto. Caso ninguém tenha nenhuma das centenas dos cinco números premiados, vence quem tiver a centena do primeiro número menos 100. Ex: a centena do primeiro número é 410, Vence quem tiver o número 310. Caso ninguém tenha a centena do primeiro número menos 100, vence quem tiver a centena do segundo número menos cem e assim por diante. Se ainda assim não encontrarmos um ganhador, passaremos a subtrair por 200, depois por 300 e assim por diante.
  2. Concorrerão ao prêmio todos os seguidores, novos e antigos, constantes nos dois quadros de seguidores expostos na barra lateral esquerda do blog, com exceção de familiares do poeta Antonio Ventura e pessoas que trabalham ou trabalharam em sua comunicação.
  3. O prazo para seguir o blog se encerra no dia 15 de dezembro às 21h. Para evitar problemas em relação ao horário de verão, consideraremos o horário de Brasília.
  4. Os nomes de todos os seguidores concorrentes ao prêmio serão divulgados neste blog no dia 16, ao lado de seus respectivos números, atribuídos por ordem de adesão. 
  5. Para que os livros cheguem a tempo do Natal, precisamos que o ganhador entre em contato imediatamente para informar seu endereço. Por isso, fiquem ligados!
Boa sorte a todos!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O INCOMENSURÁVEL AZUL

 * Poema publicado no livro O catador de palavras        


  
 – Júlia, olhe como esta tarde está bonita, esplêndida, olhe esta luminosidade, olhe o céu límpido, com este azul, ó Júlia, olhe este azul, olhe, amor.
          
– Antonio, eu fiz uma pergunta a você, e você vem com este papo de azul, de tarde iluminada. Ora, isto acontece todos os dias... Então, sobre a pintura da casa, fiz esta pergunta e você nem aí. Para você está tudo azul, azul, mas nossa casa está se deteriorando e você não toma nenhuma providência. Você sabe que a casa precisa de uma pintura nova.
         
Antonio e Júlia caminhavam pela mesma estrada. Dos dois lados da estrada existiam árvores verdes, de brilhantes folhas verdes que dançavam ao vento da tarde.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

NADA COMO O TEMPO PARA PASSAR

 Poema publicado no livro O guardador de abismos



         Meu Deus! Nada como o tempo para passar! O tempo está passando mais depressa que a teoria de Einstein! Onde foi o anjo, o anjo que é criança, da infância? Flores nasciam nas cercas verdes dos matos. O cheiro de mato subia com o calor do sol quente sobre o verde das árvores. Mas tudo isto é saudosismo. A criança que fui brinca apenas dentro de mim e nas ressonâncias do tempo: To-ni-nho! To-ni-nho!
Que alegria a água caindo pelas calhas nos dias de chuva. Os pirilampos chamavam-se vaga-lumes, vaga-lume tem tem, teu pai está aqui, tua mãe também.
Madrugada igual a nada. Vi, à tardinha ainda clara, vi no céu azul autêntico, um avião suspeito riscando o céu, deixando um rastro de fumaça, perto de um arco-íris no céu nitidamente azul, depois de rápida chuva. Ah, como eu quero o azul, meu Deus, como eu quero o azul.
Sempre tive dúvidas do amor que já está maduro para morrer num abraço eterno. Por que o amor, somente se justifica para dizer que gozo e gozo e gozo durante o dia e gozo à noite, perto do mar?

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

OUTRORA 2

Poema do livro O GUARDADOR DE ABISMOS

Antigamente, havia o sol e as mangueiras em minha infância, as calças curtas, os suspensórios xadrezes coloridos, as mangas-rosa e comuns amarelas na mangueira de nosso Deus, a roça com seus arrozais, e principalmente o riozinho que passava no fundo do quintal, ah, aquilo era o Éden perdido na terra!
No riozinho a meninada nadava nua, uns jogavam barro nos outros e tudo era bonito. Não havia tempo em nossos olhos, porque do mundo não sabíamos além do horizonte, porque além do rio o mundo era muito grande, maior do que as estrelas da noite! Havia duas menininhas branquinhas de tão loiras que eu namorava no meio da horta, escondidos numa capoeirinha. Naquele tempo, a gente sabia namorar, principalmente porque não sabíamos namorar, só ficávamos abraçados, fingindo de marido e mulher e dizíamos que, quando a gente crescesse, iria se casar. Onde, agora, andarão as duas meninas branquinhas de minha infância, de cujos nomes nem me lembro? Não importa saber, só importa é sentir esta onda de ternura perdida no tempo. Ah! Eu vivia ao leste do Éden e não sabia!


domingo, 14 de setembro de 2014

PARTO

* POEMA PUBLICADO NO LIVRO "
O GUARDADOR DE ABISMOS".
Para José Mario Pereira

       As palavras aparecem mágicas, no momento preciso de seu parto. No segundo mágico de seu parto. Na hora exata de seu parto. No momento único de nascença. Não sabemos exatamente de onde vêm as palavras, símbolos da noite indormida. Uma música vem ao longe, vem perto. O ventilador no teto é uma parábola, símbolo da vontade da matéria que gira e venta como as brisas que ventavam em minhas manhãs de criança correndo ao vento igual às árvores que ventavam ao som das folhas verdes. Ah, como amo as palavras que nunca foram minhas, assim como nunca foram meus os ventos e o sol e a chuva e as brisas! Ah, houve um momento em que acreditei que as palavras fossem minhas. Eu dizia: sol!, e pensava que a palavra sol fosse minha, embora eu possa cultivar a vaidade de dizer que numa tarde eu vi o pôr do sol, palavra que não era minha mas que estava no horizonte vermelho o pôr do sol ao cair da tarde. Ah, cultivei a doce vaidade em dizer que um dia fui criança e vi o rio que passava no fundo de minha aldeia e vi o sol que nascia todo dia atrás das bananeiras e então pensei que o sol fosse uma coisa mágica igual à palavra sol. Depois tive a vaidade de ver a palavra sol, quando tinha sol, e a palavra lua quando tinha lua, e chuva, quando chovia. Ah, as palavras aparecem mágicas, no momento preciso de seu parto.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

COBERTURA FOTOGRÁFICA DO LANÇAMENTO DO LIVRO DE TONINHO VENMTURA

Autoridades, professores, colegas de classe e amigos de Toninho Ventura participaram na última terça-feira do lançamento do livro "Toninho, o poeta A-Ventura" no Clube da Praça. Confiram as imagens.

Toninho autografando o livro "Toninho, o poeta A-Ventura"

Helena e Tânia lendo Toninho o poeta A-Ventura


João Francisco e Guilherme lendo o livro Toninho o poeta A-Ventura

Fernando e Toninho e Marina
Homenagem do 5º ano para Toninho

Toninho autografando no Clube da Praça

Toninho Ventura autografando para  Isadora

Toninho Ventura e Antonio e Luca e Lorena e João Francisco

Dr Sansão Ferreira Barreto lendo o livro Toninho o poeta A-Ventura
Toninho autografando para Maria Paula e Ana Helena
Toninho e Clara
Toninho e Gabriel e Helena e Mariana


Luiz e Toninho

Toninho Ventura e Lívia e Maria Letícia

Toninho Ventura e Maria Ondina Naufel

Toninho Ventura e Markez

Toninho Ventura e Martinha

Toninho Ventura e Patrícia
Toninho Ventura autografando para Lívia e  Maria Letícia e  Isabela e Malú

Toninho Ventura autografando para Malú e Rômulo

Toninho Ventura autografando para Maria Eduarda


 Toninho Ventura autografando para Vanessa e Lorena

Toninho Ventura e  Fernandinho e Marina

Toninho Ventura e Antonio e Luca e Lorena e João Francisco

Toninho Ventura e Elizabeth De Faria Braga Rezende

Toninho Ventura e Gabriel e Maria Pia Dias Soares Maziero
Toninho Ventura autografando para Grazielly e Thaís

Toninho Ventura autografando para Isabela e Maria Victória

Toninho Ventura e Jose Ricardo e Eugênia

Toninho Ventura e Helena

Toninho Ventura e Isabela e Cláudia

Toninho Ventura e Paulo e João

Toninho Ventura e Renata


Toninho Ventura sendo entrevistado pela TVD Mococa

Toninho Ventura e Tereza Niero Pinheiro

Toninho Ventura e Teresa Lúcia Iório Venturi

Toninho Ventura em noite de autografo de seu livro Toninho o poeta A-Ventura


Maria Letícia Antonio Estevan Luca Nomizo e Diogo Nomizo

Maria Eduarda e Giovana e Toninho e Laura e Samira
Samira e Giovana lendo o livro Toninho o poeta A-Ventura
Selfie Luca e Toninho Ventura e  Antonio e Maria Letícia

Suze falando sobre Toninho para TVD na noite de lançamento do livro Toninho o poeta A-Ventura
Noite de autógrafos de Antonio Perucello Ventura

                                
Cleusa e Toninho e Felipe

Daiane e Toninho Ventura e Aline

Deise e Ellen e Ana e Rosana e Toninho

Débora Ventura e Antonio Ventura Daia


Antonio Ventura e Toninho Ventura e Herminia e Carmem e Débora Ventura


Toninho Ventura e  Maria Eduarda

Pedro e Toninho Ventura e Rita

Toninho Ventura e Mara e Luiza
Toninho Ventura e Marcela Ricardo

Antonio Ventura  fala sobre seu filho Toninho na TVD Mococa


O poeta Toninho Ventura e os pais também poetas Débora e Antonio Ventura