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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

ANTONIO VENTURA ESCREVE SOBRE NOVO ROMANCE DE CARLOS NEJAR

Carlos Nejar: O Senhor do Círculo e Guardador das Sombras de Almas


Por Antonio Ventura



No fantástico romance O feroz círculo do homem (LetraSelvagem, 2015),  muito mais um grande poema em prosa, o poeta Carlos Nejar, nascido de um ovo dentro da morte, tigre, leão vivo, passarinho, águia,  vive no Círculo feroz do tempo, onde o Círculo gira ao mesmo tempo com o giro das estrelas, dentro de Deus, que não tem princípio nem fim, é carne e é almas. E é tempo e é espaço que nossa vã filosofia sabe que nada sabe. Mas sabe que Deus (não sabemos de sua face e nem de seu nome) é aquele que veio antes, ou depois, no futuro certo que nos sonha, sombras da intrigante Caverna de Platão, ou a caverna onde todos residimos entre sombras, pobres homens  à procura da luz e da fogueira que queima igual o sol da eternidade.

Mas é nosso destino reverdecer próximos das verdes árvores, junto às margens do rio João Aragem, povoado imaginário do poeta Nejar, onde os regentes do Círculo comandam a pequena população do Pontal de Orvalho, que pode ser o Universo ou parte do mundo, onde a vida nasce da morte, como pássaros nascem dos ovos para verem o mundo. E assim nascemos, ovo branco no infinito das estrelas.

O poeta Nejar diz que somos passageiros como carne e fogo, mas temos nas palavras a possibilidade da felicidade e imortalidade, a palavra é o escudo do poeta, sua arma, sua glória. A palavra é como o verbo que antes era Deus e estava com Deus dentro deste Círculo infinito que gira também em sua glória. E o poeta vive e dorme e acorda nesta carne, feita de verbo e palavra. E a palavra, como é divina, não descansa, como nada descansa no grande Círculo.

Nejar se veste nos trajes do narrador Tibúrcio Dalmar, nomeado pelo Círculo o Curador das sombras das almas. Cuida dos mortos qual terrível Hades, no inevitável mistério que chamamos vida, onde as sombras das almas habitam entre a realidade e o mundo das aparências, e são tratadas pelo poeta Nejar como passarinhos que cantam docemente na manhã de Pontal de Orvalho, que pode ser qualquer cidade do mundo. Sombras das almas tratadas com venerável respeito, plantadas como flores em vasos raros.

Personagens ligados à literatura e à filosofia, como Mário Quintana, Paul Valéry, Confúcio, Jorge Luis Borges, Padre Vieira, Eliot, Nietzsche, Cortázar, Kafka – todos passaram em Pontal de Orvalho (pertenceriam à classe dos Regentes do Círculo?), convivendo com a população,  que cheirava a sol. Talvez a uma alusão de que os regentes serão sempre aqueles que indagam e comandam o mistério. E se comandam o mistério, comandam o mundo.

O poeta Carlos Nejar é irmão do vento e com ele cavalga pelas campinas reverdecidas de Pontal de Orvalho. Descansa ao pé de uma grande árvore na colina, entre três pedras circulares. Ao tocar uma pedra descobre a imortalidade. Chama Deus para ser feliz e afirma que a palavra salvará o tempo e o espaço e as pequenas criancinhas que brincam inocentes na luz das manhãs. Diz que criar é tirar a alma do nada. Fazer-se verbo e alumbramentos. Este o teor do Feroz círculo do homem.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

O IMORTAL CARLOS NEJAR LANÇA SEU NOVO LIVRO EM SÃO PAULO

Os poetas Antonio Ventura, Débora Ventura e Toninho Ventura participaram no último dia 12 do lançamento do livro "O feroz círculo do homem", de Carlos Nejar, realizado dia 12 de junho, na Casa das Rosas, em São Paulo. 

O romance foi editado pela Letraselvagem, de Taubaté.

Antonio Ventura e Carlos Nejar e Débora Ventura e Nicodemos Sena 


Antonio Ventura e Carlos Nejar e Raquel Naveira e Débora Ventura e Toninho Ventura

Antonio Ventura e Toninho e Carlos Nejar e Débora Ventura

Carlos Nejar autografando para Antonio Ventura e Toninho Ventura 

Carlos Nejar autografando para Antonio Ventura e Toninho Ventura

quarta-feira, 10 de junho de 2015

"É MUITO BOM ENCONTRAR UMA ESCRITORA QUE JÁ ESTREIA COM UMA VOZ PRÓPRIA, COM UM DISCURSO PESSOAL" (Antonio Carlos Secchin)

A poeta Débora Ventura lança amanhã o livro A NAVEGANTE, a partir das 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Ribeirão.

A NAVEGANTE é a primeira obra individual de Débora, que já havia participado de diversas antologias. Neste livro de estréia, ela reúne 40 poemas escritos entre os anos 2000 e 2014. 

Débora entra na literatura prestigiada por grandes escritores. O prefácio do livro é de Antonio Carlos Secchin e a apresentação é de Carlos Nejar, ambos da Academia Brasileira de Letras. 

A capa do livro foi criada pela artista plástica Tânia Jorge e as ilustrações são do artista plástico goiano Marcos Irine.

A seguir, postamos alguns vídeos com depoimentos sobre A NAVEGANTE. O primeiro é do imortal Antonio Carlos Secchin.


                    


                   


                    


                    


                   


                   


                   


                   


                   

terça-feira, 9 de junho de 2015

"DÉBORA É SURPREENDENTE E POSSUI O PENSAMENTO ESCORRENDO PELAS ARESTAS DO OSSO" (Carlos Nejar)

Na próxima quinta-feira, a partir das 19h, será lançado na Livraria da Travessa do Ribeirão Shopping, o livro de poemas A NAVEGANTE, de Débora Ventura.

O livro de estréia de Débora já teve um lançamento no Rio de Janeiro, onde recebeu elogios de importantes escritores e personalidades.

Os depoimentos foram gravados e serão postados amanhã, neste blog.

A seguir, publicamos um texto do escritor Carlos Nejar, da Academia Brasielira de Letras, sobre o talento poético de Débora.



O VERSO ( IN)TENSO E PURO DE DÉBORA VENTURA

A descoberta de uma verdadeira poeta é descoberta de estranho e habitável mundo. Porque mundo é o que sai do poema e mais, de uma amiga do vento. É simples como a água e o pão e sacia a sede e alimenta. Por sermos ávidos do que é simples, límpido e permanente, como o movimento da vida. Assim é este livro da Débora, A navegante, que pode ser a Débora bíblica pelo senso de realidade e é de Débora Ventura, que pega as coisas pela mão da palavra, como a poesia quer. O verso intenso com textura de orvalho. Não pensa o verso, o verso que a pensa. É genuína como uma Cora Coralina, de Goiás e Cora Torres, de “Vento de Altura”, no Rio Grande. Poesia que é feminina, substantiva, suave, com limpo horizonte e coragem de “o poema desfazer-se inteiro diante do   espelho”. E no dizer de Jean Cocteau, “os espelhos preferem refletir um pouco antes de reenviar as imagens”. E o espelho de sua imaginação cintila no falar das metáforas. Poeta de mão verdadeira que cresce a semente . Ou tem segredos na prateleira dos símbolos, com o dia vindo pela janela. Sim, Débora é surpreendente e possui “o pensamento escorrendo pelas arestas do osso”. E há um osso de verdade nas imagens claras como nuvens que se  sucedem. E que o leitor vai reconhecer, por ter voz  própria, voz generosa de fonte, voz que precisa ser ouvida e que não guarda pedra, por se “guardar humana”. Não somente porque “viver é preciso”, mas também o ato de “continuar é preciso”. Não carece de vocábulos exatos, carece de entrega ao ser amado. Tecendo sua juventude, desenhando o sol, a casa ou árvore, sem deixar de contar, fio a fio, a existência. Sim, esta poesia necessita de sol e margem e sabe conduzir o leitor, tocando a sua alma. Com tal mistério não pede explicação. Como o “sono  da noite”, que abraça a cidade, o medo. 

E é o mencionado Jean Cocteau que afirma que se “reconhece um poeta, não pelo estilo, mas pelo olhar”. E o  olhar, aqui, é cristalino. Ou, no parecer de Mário Quintana, ”o poeta é uma voz reconhecível dentre as outras”. O que sucede neste livro. E ao ver que “a vida é efêmera”, capta o instante para eternizá-lo. Já que a poesia encaixa apenas na luz.

CARLOS NEJAR

da Academia Brasileira de Letras


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

LIVRO DE CARLOS NEJAR É DESTAQUE NA FOLHA DE SÃO PAULO

Carlos Nejar com o amigo Antonio Ventura
O romance "Matusalém de Flores", do imortal Carlos Nejar, ganhou uma crítica de quase meia página, assinada por Oscar Gama Filho, na Folha de São Paulo.

Gama Filho relatou a narrativa com grande simpatia e classificou o livro como ÓTIMO .

Seguem alguns trechos da resenha:

"O leitor fica sem fôlego, como se estivesse dante de um filme em clipes rápidos"

"Dos que foram aprisionados em sua garrafa, o principal símbolo é a palavra. Se matusalém não morre é porque tem a palavra".

Clique no link abaixo para acessar a crítica na Folha de São Paulo.

Acesse a publicação original

O livro foi publicado pela Boitempo e tem prefácio de Antonio Torres.

A seguir, publicamos um pequeno trecho da obra e link para aquisição do livro no site da editora:

"Se alguém o comparava ao outro Matusalém, filho de Enoque, que aparece no livro do Gênesis, ele se ria muito, comentando que aquele delirava entre sonho e vigília, existindo entorpecido num tempo em que os homens viviam da caça e faziam vestes e calçados com as peles. Com séculos de diferença, ele morreu, Noe Matusalém não pretendia morrer nunca. Não sabe como. Nem carecia de saber o que era maior do que ele. Mas esse não saber é parte do milagre. E o milagre se inventa sozinho. O que importa no milagre é a entonação".

Clique aqui para saber mais



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

terça-feira, 11 de novembro de 2014

POEMA DA PRIMEIRA ESTRELA

O "Poema da primeira estrela", do poeta Antonio Ventura, foi escrito para o imortal Carlos Nejar e está publicado no livro "O guardador de abismos".


              

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

É AMANHÃ

Falta apenas um dia para o lançamento do livro "O guardador de abismos" em São Paulo. Esperamos você
a partir das 18h na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, no mezanino da loja de artes.

"O guardador de abismos" é apresentado por grandes escritores como o poeta e crítico Adriano Espínola e os imortais Carlos Nejar, Antonio Carlos  Secchin e Ivan Junqueira.

Leia, a seguir, as orelhas de Adriano Espínola e Ivan Junqueira.


O GUARDADOR DE POESIA

Por Adriano Epínola
poeta e crítico literário

Em 2011, Antonio Ventura lançou O catador de palavras, no qual reuniu seus sete primeiros livros. Com este O guardador de abismos, nesta agora posição de poeta-guardador, pode-se dizer que o autor cumpre seu ofício de forma exemplar.
Porque privilegia antes de tudo a memória para recriar a matéria de seu canto. E o faz valendo - se igualmente da imaginação transfiguradora, tornada eficaz pelo vigor da linguagem.
Também há de se ressaltar a capacidade de observação dos seres e das coisas, em que as notações sensoriais do espaço e do tempo, bem como dos elementos da natureza, se fazem presentes. Entretanto, creio que é diante da finitude temporal do ser que o autor se volta de forma mais incisiva e não menos angustiada, refletindo de certo aquela “pressão do infinito” (Bloy), tal como se dá na perturbadora narrativa que dá título ao volume.
Retomando o poema em versos, na parte final, o autor homenageia vários poetas brasileiros da atualidade, mas termina nos brindando com primorosos poemas, “Eu e o tigre”, “Não importa” e “O círculo dourado” (“... e dentro o animal iluminado”). Este animal iluminado não é outro senão a própria poesia, aqui retida por este exímio guardador de abismos.

OS ABISMOS DA PROSA POÉTICA

Por Ivan Junqueira
da Academia Brasileira de Letras

Ao concluir a leitura de O guardador de abismos, do poeta paulista Antonio Ventura, a primeira pergunta que me ocorre é a seguinte: a que gênero literário de nosso tempo pertenceriam esses textos? Inclino-me aqui a considerá-los como tangenciais à categoria algo evanescente da prosa poética ou à do poema em prosa. Em carta dirigida a Arsène Haussaye, pergunta o autor de As flores do mal: “Qual de nós, em seus dias de ambição, não sonhou com o milagre de uma prosa poética musical, sem ritmo e sem rima, bastante maleável e bastante rica de contrastes para se adaptar aos movimentos líricos da alma, às ondulações do devaneio, aos sobressaltos da consciência?”
Creio que foi isso, acima de tudo, o que pretendeu Antonio Ventura em seus textos, nos quais avulta uma indisfarçada obsessão pela fugacidade do tempo, pelos desmandos do vento, pela intensa prática intertextual (Drummond,Pessoa, João Cabral, García Lorca, Heráclito, Clarice Lispector, Lygia Fagundes Telles, Cervantes) e pelo branco, essa não-cor na qual se entrelaçam todas as cores e que, na Commedia dantesca, dá origem àquela intolerável luz que banha a sua metáfora do branco. Assim como ocorre nos poemas em prosa de Baudelaire, percebe-se em O guardador de abismos uma nítida despreocupação seja com o ritmo, seja com a rima, e, ao contrário, uma incessante busca por aqueles contrastes que tentam adaptar sua prosa “aos movimentos líricos da alma” e “às ondulações do devaneio”.


domingo, 10 de agosto de 2014

FALTAM APENAS DOIS DIAS

Não perca o lançamento do livro de poemas "O guardador de abismos", de Antonio Ventura, na próxima terça-feira, dia 12, a partir das 18h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

O livro tem prefácio de Carlos Nejar e a apresentação da quarta capa é de Antonio Carlos Secchin, ambos da Academia Brasileira de Letras.

Para confirmar sua presença, clique no link abaixo.

Evento no Facebook

Antonio Carlos Secchin, Antonio Ventura e Carlos Nejar


sexta-feira, 6 de junho de 2014

É HOJE!


Esperamos você,
 a partir das 19h, 
na Livraria da Travessa 
do Ribeirão Shopping, 
para o lançamento do livro 
" O guardador de abismos", 
de Antonio Ventura.

O livro foi prefaciado por Carlos Nejar, tem orelha de Ivan Junqueira e o texto da quarta capa, que publicamos a seguir, é de autoria de Antonio Carlos Secchin, todos da Academia Brasileira de Letras.

Sobre O guardador de abismos

O guardador de abismos, de Antonio Ventura, é, no seu conjunto, um comovente relato dos encontros e desencontros de um homem com sua própria infância.
As três partes da obra são atravessadas pelo mesmo sopro lírico, que transforma o poeta (ainda que em prosa) num ser tecido de água e vento. Na paisagem do passado, a imaginação líquida e gasosa de Ventura nos convida ao êxtase frente ao fluxo intérmino do pequeno rio, nos convoca à fruição auditiva e amorosa dos pingos da chuva no telhado, à contemplação das nuvens, sem esquecer o presente, traduzido nas vigorosas celebrações da amada, ou ainda o desencantado olhar ao futuro, num lamento em surdina diante das coisas que escapam a nosso controle e desejo.
Carlos Drummond de Andrade é o grande interlocutor, quase sempre implícito, elíptico, deste novo livro de Antonio: não por acaso, a pujança da infância, o corpo feminino e certa descrença na humanidade são traços comuns aos dois poetas.
Após o belo O catador de palavras (2011), O guardador de abismos é confirmação do talento — em verso & prosa — de Antonio Ventura.

ANTONIO CARLOS SECCHIN

da Academia Brasileira de Letras

terça-feira, 13 de maio de 2014

A COBERTURA DO LANÇAMENTO DO LIVRO O GUARDADOR DE ABISMOS PELO MOCOCA 24h

Acadêmicos prestigiam lançamento do novo livro de Antonio Ventura
Cultura - 11/05/2014


O novo livro de Antonio Ventura, "O Guardador de Abismos", foi lançado nesta quarta-feira, 7, na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro. O livro revela os encontros e desencontros de um homem com sua infância.

Amigos, fãs de poesia e os escritores imortais da Academia Brasileira de Letras, Antonio Carlos Secchin e Carlos Nejar; além do editor José Mário Pereira; do crítico literário, Adriano Spínola; do artista plástico, Marcos Irine; dentre outros, participaram da concorrida noite de autógrafos.

Bastante emocionado com a repercussão da nova obra, Antonio Ventura agradeceu o carinho e a presença de todos ao evento cultural, que reuniu intelectuais, artistas e público em geral do Rio de Janeiro, Paraty e São Paulo.

Obsessão pela intensa prática intertextual - Ivan Junqueira, membro da Academia Brasileira de Letras, jornalista, poeta e crítico literário, fez a seguinte análise do novo livro do poeta Antonio Ventura: "Ao concluir a leitura de O guardador de abismos, do poeta paulista Antonio Ventura, a primeira pergunta que me ocorre é a seguinte: a que gênero literário de nosso tempo pertenceriam esses textos? Inclino-me aqui a considerá-los como tangenciais à categoria algo evanescente da prosa poética ou à do poema em prosa. Em carta dirigida a Arsène Haussaye, pergunta o autor de As flores do mal: “Qual de nós, em seus dias de ambição, não sonhou com o milagre de uma prosa poética musical, sem ritmo e sem rima, bastante maleável e bastante rica de contrastes para se adaptar aos movimentos líricos da alma, às ondulações do devaneio, aos sobressaltos da consciência?”

sexta-feira, 9 de maio de 2014

VEJA COMO FOI O LANÇAMENTO DO LIVRO O GUARDADOR DE ABISMOS

O livro "O Guardador de abismos", de Antonio Ventura, foi lançado na última quarta-feira na Livraria da Travessa, no Rio de Janeiro.

Entre os presentes, estiveram os renomados escritores Antonio Carlos Secchin, Carlos Nejar e Adriano Espínola, que são autores dos textos de apresentação do livro.

A noite de autógrafos contou, ainda, entre outras importantes presenças, com o editor José Mário Pereira, proprietário da Topbooks Editora e do artista plástico ( de Paraty) Marcos Iryne, autor de algumas ilustrações do livro.

Agradecemos a todos os presentes, que vieram não apenas da cidade do Rio de Janeiro, mas também de Paraty e de várias cidades de São Paulo exclusivamente para nos prestigiar e contribuir para tornar o evento mais brilhante.


Antonio Ventura e Ferreira Gullar

Antonio Carlos Secchin e Antonio Ventura e Carlos Nejar

Adriano Espínola e Antonio Ventura

Antonio ventura, Carlos Nejar e José Mário
Antonio Ventura, Ferreira Gullar e Debora Ventura

Denise del Cueto e Antonio Ventura

Beth e Antonio Ventura
Renato Mourão

Antonio Ventura e Carlos Neto


Antonio Ventura em noite de autógrafos do livro O guardador de abismos 

Ailton e Antonio Ventura
Antonio Ventura e Marcos Irine


Antonio Ventura, Toninho, Ferreira Gullar e Renato Ventura
Antonio Ventura coma poeta e esposa Debora Ventura


Lu e Toninho


Marcos Irine e Antonio Ventura

Rafael Veiga e Antonio Ventura

Renato Mourão e Antonio Ventura


Secchin e Ventura

Dercival e Antonio Ventura

Edilson e Antonio Ventura

Lú, Antonio Carlos Secchin,  Antonio Ventura,
Marcos Irine, Carlos Nejar e Débora Ventura

                                  Lú e Antonio Ventura e  Marcos Irine e Carlos Nejar


Ângela e Antonio Ventura e Lú 


Débora Ventura, Toninho Ventura, Antonio Ventura,
 Carlos Nejar e pessoal de Paraty


Antonio Ventura com Carlos Nejar



Antonio Ventura e Carlos Nejar


Adriano Espínola

Antonio Ventura, Carlos Nejar e Adriano Espínola

Toninho Ventura e Debora Ventura e Antonio Ventura e Carlos Nejar



Luma Eller e Antonio Ventura e Luiza Faria

Antonio ventura, Carlos Nejar e Debora Ventura

Antonio Ventura e Carlos Nejar

Antonio Ventura