O
Catador de Palavras, de Antonio Ventura,
concorre ao Prêmio Jabuti Acesse a publicação original
"O Catador de Palavras", livro do poeta mocoquense
Antonio Ventura, está concorrendo ao Prêmio Jabuti 2012 em três
categorias, Poesia, Capa e Ilustração. Editado pela Topbooks, "O Catador
de Palavras" é um registro de parte da produção poética de Antonio
Ventura, que é oriundo da "geração mimeógrafo" dos anos 1970,
fenômeno sociocultural que aconteceu após a Tropicália e que buscava meios
alternativos para difusão cultural em plena ditadura, publicando-os nas revistas
"Rolling Stone" e "Vozes".
Festejada pela crítica, a obra recebeu de Carlos Nejar, membro da Academia Brasileira de Letras, a seguinte avaliação: “Mas, como Rimbaud, ‘sentou a beleza nos seus joelhos’ e é inevitavelmente poeta, caudaloso, irreverente, com acento surrealista. Observou alguém que a biografia de um poeta é seu canto. E este poeta que traz Ventura consigo, como quem traz a poesia, revela na explosão de ritmos um sotaque pessoal. Embora caminhe dentro de uma tradição — a de ‘ser absolutamente moderno’, mantém inalienável entonação, a marca do que carrega o fogo de quem se sabe ‘catador de palavras’. E o humilde ato de apanhá-las carece de um poder que as retira do estado de silêncio”.
O livro tem ilustrações de Carlos Alberto Paladini, Francisco Amêndola, Tânia Jorge e do autor, e capa de Mirian Lerner.
concorre ao Prêmio Jabuti Acesse a publicação original
"O Catador de Palavras", livro do poeta mocoquense
Antonio Ventura, está concorrendo ao Prêmio Jabuti 2012 em três
categorias, Poesia, Capa e Ilustração. Editado pela Topbooks, "O Catador
de Palavras" é um registro de parte da produção poética de Antonio
Ventura, que é oriundo da "geração mimeógrafo" dos anos 1970,
fenômeno sociocultural que aconteceu após a Tropicália e que buscava meios
alternativos para difusão cultural em plena ditadura, publicando-os nas revistas
"Rolling Stone" e "Vozes".Festejada pela crítica, a obra recebeu de Carlos Nejar, membro da Academia Brasileira de Letras, a seguinte avaliação: “Mas, como Rimbaud, ‘sentou a beleza nos seus joelhos’ e é inevitavelmente poeta, caudaloso, irreverente, com acento surrealista. Observou alguém que a biografia de um poeta é seu canto. E este poeta que traz Ventura consigo, como quem traz a poesia, revela na explosão de ritmos um sotaque pessoal. Embora caminhe dentro de uma tradição — a de ‘ser absolutamente moderno’, mantém inalienável entonação, a marca do que carrega o fogo de quem se sabe ‘catador de palavras’. E o humilde ato de apanhá-las carece de um poder que as retira do estado de silêncio”.
O livro tem ilustrações de Carlos Alberto Paladini, Francisco Amêndola, Tânia Jorge e do autor, e capa de Mirian Lerner.


